Vivência lúdico-terapêutica para mães e filhas
O Connection Day — Summer Bloom é um encontro de um dia dedicado à relação mãe-filha, pensado para criar tempo de presença, vínculo e partilha fora da rotina habitual.
Ao longo do dia, mães e filhas serão convidadas a viver práticas simples e significativas, através do yoga em dupla, da educação emocional, da expressão criativa, da natureza e de momentos de partilha.
Um tempo-espaço para estar juntas com mais intenção, reconhecer o vínculo que vos une e criar memórias afetivas que permanecem e transformam.

» Para quem ?
Este encontro é dirigido a mães e filhas a partir dos 7 anos que desejem viver uma experiência de conexão, presença e cuidado relacional.
Não é necessário ter experiência prévia em yoga, meditação ou práticas terapêuticas. Todas as propostas são simples, acessíveis e adaptadas ao grupo.
👩👧 O encontro é especialmente indicado para mães e filhas que sentem vontade de:
Estar em contacto com a natureza, o corpo, a criatividade e a relação.
Viver um tempo de qualidade fora da rotina;
Aprofundar conhecimento sobre dinâmica relacional mãe-filha
Fortalecer a comunicação e a ligação emocional;
Criar uma memória especial juntas;
Participar numa experiência sensível, criativa e orientada por profissionais;
» O que vamos viver neste dia ?
Cada proposta foi criada para oferecer um espaço seguro, bonito e respeitoso, onde mães e filhas possam estar juntas para além das tarefas, das expectativas e da pressa do dia-a-dia.
☀️ O programa inclui:
- Yoga & práticas meditativas
- Workshops Temáticos
- Dinâmicas de educação emocional
- práticas de conexão mãe-filha
- Expressão criativa
- Momentos na natureza
- Partilha em grupo
- momentos simbólico de abertura e encerramento
Data: 04 de Julho | Local: Vila Nova de Nova | Horário: 10h-17h00 |
A conexão emocional não está sempre disponível, porque somos humanas. Mas pode ser cuidada, praticada e reconstruída — sobretudo quando desejamos transformar, na relação com as nossas filhas, aquilo que nem sempre nos foi possível receber na nossa própria infância.



